Em tempos passados, o chá já foi tachado, pelos que não o conheciam, de "droga", "alucinógeno" ou "entorpecente". Ora por falta de um referente para classificá-lo, ora por inexperiência com o chá, a mídia acabou veiculando muitas reportagens equivocadas a respeito do assunto, a maioria fruto de (pré)conceitos descabidos.
    
Em 1986 a Oaska é liberada por órgãos governamentais para utilização em rituais religiosos e, consequentemente, deixa de ser considerada como entorpecente ou alucinógeno. Além disso, seus benefícios, tanto no nível físico como no mental e espiritual têm sido continuamente constatados. Assim, por exemplo, as pessoas viciadas em álcool, tabaco e outras drogas acabam se livrando delas depois de algumas sessões. O índice de abstinência desses vícios na União do Vegetal é de 100%, justamente pela compreensão que a pessoa adquire, através da luz e da força proporcionados pela Oaska, da nocividade dos vícios a nível espiritual.
    
No final de 1996, é veiculada pela mídia internacional a notícia de que estudos e experiências realizadas com o chá o reconheciam não mais como alucinógeno, mas, ao contrário, como um instrumento de combate à dependência de drogas, além de eficiente no tratamento de depressão, pânico, ansiedade e outros problemas psicológicos e espirituais.
    
Diante dessas descobertas e visando usufruir de seus resultados de forma comercial e mercenária, um renomado laboratório norte-americano patenteou o chá. O absurdo da pretensão culminou com a perda da patente, mas o episódio em si, pelo menos permite que dele se tirem conclusões significativas, como por exemplo o fato de a Oaska ser de todos e de ninguém, e ainda a reconsideração da imagem do chá pela mídia internacional, que o apresenta agora como benfeitor.
    
O Centro Espiritual Beneficente União do Vegetal desde 1988 tem publicado obras esclarecedoras a respeito do assunto (Obras), artigos em jornais e revistas retificando informações, além de videodocumentários e entrevistas pela televisão. Consequentemente, as dúvidas e equívocos de outrora com relação ao assunto já foram, felizmente, totalmente dissipados.
    
O Mestre da União do Vegetal, Joaquim José de Andrade Neto, que é a maior autoridade sobre o assunto, considera a Oaska um patrimônio espiritual da humanidade.

E-mail
e-mail

INICIO